
sábado, 31 de janeiro de 2009
Novo negócio na praça

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Pra Ser Sincero
Não espero de você mais do que educação...
...porque ter que ficar sabendo pelo orkut é o que há de falta de consideração.
Rita Lee bem que disse...
domingo, 4 de janeiro de 2009
44 do segundo tempo.
domingo, 23 de novembro de 2008
Treinamento
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Amor forjado a fuego lento
Lembro nitidamente, como se já não tivessem se passado mais de seis anos. Ele entrou, com aquele sorriso tão branco e franco, aquele ar de menino que sabe que é lindo, mas é inseguro demais para admitir... Lembro de detalhes mínimos, como o tom exato da camisa salmão, o brinco na orelha esquerda, o pescoço e os dedos longos. Se aquilo não foi paixão à primeira vista, diria que foi a melhor primeira impressão que poderia ficar. sexta-feira, 17 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
who`s the man?
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Chá de Doril
Sem deixar vestígios
Dificuldade de dizer não a uma mulher faz do homem um especialista em sumir da noite para o dia
Você conhece um cara legal, começa a sair com ele e, quando tudo parece que está engrenando, ele some. Do homem interessado e galanteador ficou só a lembrança. Ele nem sequer se deu ao trabalho de dar uma desculpa esfarrapada por e-mail. Não atende ao telefone, não responde mensagens e também não circula mais pelos mesmos lugares. Evaporou. Até o dia em que resolve reaparecer – geralmente quando você já está em outra.
Não se preocupe. Você não é um caso isolado. A queixa de que os homens somem sem dar explicação é recorrente entre as mulheres. Por isso, DonnaZH saiu às ruas para tentar entender o fenômeno. Percorremos academias, parques, bares e empresas de Porto Alegre para apurar a queixa feminina.
Foram entrevistados homens nas faixas de 20, 30 e 40 anos, com diferentes profissões. O resultado é surpreendente: mais de 80% declararam de imediato que sim, já tinham desaparecido. E mais de uma vez.
A seleção de depoimentos publicada nesta reportagem revela que a dificuldade de dizer não a uma mulher é muito comum, seja depois de uma única noite ou de uma série de encontros. E por motivos bem variados.
Ao justificar o próprio desaparecimento como o único jeito de terminar o relacionamento, boa parte dos entrevistados falou em tese sobre a natureza masculina. Nesse contexto, veio à tona:
1) A eterna dificuldade dos homens de assumir um relacionamento.
2) As formas sutis (ou nem tanto) das mulheres para tornar a relação algo mais sério antes do tempo.
3) O medo de uma reação intempestiva da parceira (eles odeiam ver mulheres chorar).
Teve, ainda, quem fez questão de deixar claro que, antes de tomar o famoso chá de sumiço, tentou conversar, mandar sinais, mas não obteve sucesso. A versão coincide com a visão do psicanalista Mário Corso:
– As mulheres são surdas – alerta o psicanalista. – Muitas vezes, eles tentam falar, mas elas não escutam. Até que eles acabam sumindo mesmo. Aí, elas vão para o consultório para entender o que houve. Perguntam-se “o que eu fiz, onde eu errei”. Há muitos homens infantis, mas a grande resposta normalmente é bem simples: nem todo mundo se apaixona por você.
Se acabar um relacionamento por e-mail já pode ser considerado um insulto, deixar de atender ao telefone e ignorar a pessoa que até há pouco tempo fazia parte do cotidiano pode ofender ainda mais. Falta de coragem, de caráter?
A verdade é que sumir do mapa não é prerrogativa masculina. Mulheres também somem. Mas o silêncio faz parte do jeito masculino de se relacionar, dizem especialistas. Autora do trabalho O Telefonema do Dia Seguinte, a psicanalista Angela Brasil diz que há questões inconscientes ligadas à família que atrapalham as relações amorosas.
Ela afirma que o homem se dá conta do pânico que sente cada vez que se apaixona ou quando quer sair de uma relação, o que o torna incapaz de encontrar as palavras certas.
– Ele entende que as mulheres são queixosas, demandantes e sempre insatisfeitas – enumera Angela. – Elas sabem discutir e argumentam com mais facilidade. Por isso, eles preferem o silêncio, o desaparecimento, para não correr o risco de ficarem presos à trama feminina e serem novamente tragados pelo fascínio da mulher e continuar na relação – conclui.
Os 8 sinais Saiba quando eles estão prestes a desaparecer 1 Os homens são práticos e encontram mais rápido a certeza de que o relacionamento não vai dar certo. Fique atenta. 2Ausências e desculpas, como falta de tempo, podem ser sinais de que ele está prestes a sumir. Mas atenção: é importante não confundir esse comportamento com o de um homem muito ocupado por conta de seu trabalho. 3 Beijos apaixonados passam a ser selinhos rápidos. 4Os jantares românticos, o sexo e o tempo que passam juntos caem abruptamente. 5Preste atenção de como se sente durante o sexo. Certifique-se de que ele está lá. 6Ele começa a acostumar você a vê-lo como um amigo. 7 Tapinha nas costas durante um abraço. 8 Pequenas mentiras. DICAS DE SOBREVIVÊNCIA - Evite transar no primeiro encontro. Os homens têm diferentes interpretações sobre essa atitude. - Deixe ele se esforçar para conquistar você. - Só saia com ele se o convite for feito com antecedência. Você é uma mulher ocupada, interessante e solicitada. Portanto, não está disponível tão facilmente. - Fale por pouco tempo ao telefone e seja a primeira a desligar, com toda educação, claro. - Os caminhos da paixão são imponderáveis. Há mulheres lindas que não conseguem conquistar o homem que desejam – e vice-versa. Você não fez nada errado, apenas não deu certo. - Cuidado com o narcisismo. Você é bonita, mas nem todo homem vai sucumbir aos seus encantos. - Se o romance começar como uma aventura, o compromisso pode evoluir. Mas é preciso tempo. Não tente institucionalizar a relação antes do tempo. - O homem de hoje está em uma situação difícil com a perda do lugar social de conquistador. Ele precisa, às vezes, sustentar a sua masculinidade.
E agora o melhor: os depoimentos!! (se clicar na imagem não adiantar, melhor ir no link da matéria ou me pedir por mail mesmo...)

sábado, 4 de outubro de 2008
Manual de instruções
Well, pois mesmo aprontando e ficando moita, mesmo sendo mais uma canoa furada para essa minha amiga que já cansou de Titanics, mesmo com tudo errado, ele não deixou de seguir a cartilha do homem padrão. Esperou os dois dias de praxe, (prazo incutido no dna masculino) para ligar para ela e prometer mais mundos e fundos, desde que em segredo.
Vem cá? Será que até para ser cafageste tem que marcar hora? Seguir manual? Vamos reclamar os direitos de consumidor, gurias?
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
mais uma pérola dos anos 80...
... da minha adolescencia... e que fala até hoje. Será que ainda sou adolescente p/ essas coisas?
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Doce Canalha
"O CANALHA (Fabrício Carpinejar)
O amor é sacana. Ninguém está imune. Ninguém confere certidão de casamento, de nascimento ou de óbito para se envolver. Vai virar o rosto para os compromissos. Não queremos nos apaixonar e nos apaixonamos. O cara não presta e seguimos em frente. Vimos que ela é interesseira e fechamos os ouvidos. Contrariamos os próprios conselhos porque o amor é sacana. Contrariamos as crenças porque o amor é sacana. O amor abre até as portas deitadas.
Acredito que existe o conto de fadas do canalha, versão adulta e pornô do Patinho Feio. A mulher percebe que o sujeito não é flor que se cheire, fala para todo mundo da aversão ao comportamento dele, um tanto machista e presunçoso. Nota que sai com diversas mulheres, uma em cada noite. É o típico homem que sofre da infidelidade congênita. O que ela faz? Era de se esperar que mantivesse distância. Entretanto, ela se apaixona. Não há vacina ao desejo, talvez o único remédio que o neutralize, mesmo que não cure completamente, são as pantufas. Pantufas grandes e hirsutas, histéricas e velhas, afugentam a sensualidade. É o contraponto ao excitante salto alto. A mulher bebe do veneno para apressar a cura. É tomada de uma fúria santa, doida, inexplicável pelo canalha. A hostilidade atrai, inquieta, desestabiliza. Não, ela não deseja o canalha, é capaz de desejá-lo durante uns dias, pela vida inteira não. Aspira à conversão. Assume um misticismo sexual. Calcula uma saída à geometria de músculos e fúria, como se ele fosse um cavalo selvagem a ser contido pela sela. Confia que será diferente com ela. Ela salvará o canalha. Ele foi canalha porque não a conheceu antes. Canalha Antes de Cristo. Já cogita casamento e filhos, uma casa com pátio ou um apartamento com varanda. Aposta alto com as armas que dispõe, o ciúme e a posse. Bate ainda um orgulho competitivo de mostrar às ex do canalha que conseguiu corrigi-lo. Só mulher entende esse duelo de memórias, essa vingança velada e implícita. O canalha tampouco ambiciona ser viúvo de seus vícios. Espera receber alta, pode não conseguir, pode tentar e fracassar. Dorme pouco para não perder a chegada da paz de manhã. Espera uma paixão redentora para reaver a adolescência e voltar a sentir o tremor das pernas. Anseia superar a indiferença que o impele a dispensar as mulheres e abreviar os relacionamentos. Aguarda ter novamente a insegurança das palavras, o risco de ser magoado e magoar. O canalha está cansado de sua reputação, do esforço para manter a fama de cafajeste, da rotina de não se importar. É difícil, é raro, duro de suportar, mas o maior amor, o amor mais leal e puro, pode vir de um canalha arrependido."
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
ouch!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Coração com efeito sanfona
E o que mais me irrita é que SEI que em pouco tempo, o que me causou essa indigestão, vai voltar, justo quando eu estiver bem, satisfeita, servida e feliz. E o que é pior... eu vou dar uma de gulosa e aceitar! Quando é que eu vou aprender a alimentar direito o coração? Quando é que eu vou deixar me alimentar de paixões com prazo de validade vencido, por pura gula ou de aceitar restos de paixões alheias por uma fome insasciável capaz de me deixar doente?
A única coisa que me consola é que, estando em plena descida da montanha russa que é minha vida amorosa, o próximo passo será uma subida. Em outras palavras, no fundo do poço sempre tem uma mola e meu coração não vai morrer de inanição.
sábado, 30 de agosto de 2008
El amor después, del amor, talvez...
Tirei do perfil de uma grande amiga porque tinha que compartilhar aqui. Endosso, engrosso e faço coro!! (viu, Lou, aprendi que nao é caldo hehehe)
"(...) Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão covardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, banancides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra (...)."
Miguel Esteves Cardoso
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Diagnóstico

SINTOMAS:
- mãos mais suadas do que o usual
- brilho acentuado nos olhos
- fraqueza nos joelhos
- rosto ruborizado
- aumento da temperatura corporal.
- tremores
- dificuldade de respirar, gerando grandes suspiros.
DEVE SER GRIPE... OU FEBRE
- euforia
- taquicardia
- confusão mental
- distração extrema
- parecer flutuar
- amigos demonstrando preocupação
ESSA GURIA TÁ SE DROGANDO?
Quase isso... na verdade, aqui estou eu, à mercê do meu maior e mais delicioso vício. A paixão, que segundo Schopenhauer, é um engodo que nossos organismos nos aprontam, fazendo com que, através de sensações extremamente agradáveis, nos impulsionemos em direção à reprodução, para, só depois percebermos que aquela pessoa que tanto calafrio nos causava, nada tem a ver conosco (ou não).
ANYWAY! Não me interessam as razões evolutivas da paixão! O fato é que sou absolutamente viciada nessa química deliciosa, que cura qualquer doença, mau-humor, tpm, depressão, preguiça.
Aos amigos preocupados, aviso que sei sim, das conseqüências desse tipo de vício, como qualquer outro, aliás. E que estou disposta a corrê-los, por esses fugazes momentos de sensações intensas e maravilhosas. E se eu der de cara na parede (como na maioria das vezes aliás), já que a paixão é engodo e é raro sobrar amor depois que passa? Sinceramente, não se preocupem! Estou mais do que acostumada à isso e sobreviverei! Acho inclusive que a choradeira de término de uma paixonite faz parte da mesma. Vinícios já disse, em seu Canto de Ossanha "... o amor só é bom se doer". Ok, infeliz em escolher o termo amor, mas Vinícius tem todo o direito de uma licença poética. Mas é isso... a paixão da boa mesmo é aquela que dói, desestabiliza e acaba por nos mudar e nos fazer crescer (ao menos um pouquinho no final do processo). Sim, provavelmente eu vá chorar um pouquinho nos colos, ombros e ouvidos de vocês, mas garanto que será por pouco tempo e que logo logo a salada hormonal faz seu serviço e eu volto a flutuar. E aos amigos que acharem tudo isso um absurdo e se negarem a participar, estão livres para me dizer "sai prá lá, mala! Entrou na encrenca agora te vira!"
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Como uma luva...
REFLEXÕES SOBRE RELACIONAMENTO
1. Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
'Ah, terminei o namoro...'
'Nossa, quanto tempo?'
'Cinco anos...Mas não deu certo...acabou'
'É não deu...'
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
2. Hoje, no alto dos meus 33 anos e tiozão, não acredito muito nos 'opostos
se atraem'. Porque sempre uma parte vai ceder muito e se adaptar demais.
E sempre esta será a parte mais insatisfeita.
Acredito mais em quem tem interesses em comum.
Se você adora dançar forró, melhor namorar quem também gosta de forrosar, se você gosta da cultura italiana, melhor alguém que também goste.
Freqüentar lugares que você gosta ajuda a encontrar pessoas com interesses parecidos com os teus.
A extrovertida e o caretão anti-social é complicado, e depois, entra naquela
questão de um querer mudar o outro, ui...!
Pessoas mudam quando querem. E porque querem. E pronto. E demora...!
3. Cama é essencial!
Aliás pele é fundamental. E tem gente que é mais sexual, outras que são mais tranqüilas.
O garanhão insaciável e a donzela sensível, acho meio estranho.
Isto causa muitas frustrações, e dá-lhe livros de auto ajuda sobre sexo.
Assim como outras coisas, cada um tem um perfil sexual.
Cheiro, fantasias, beijo, manias, quanto mais sintonia, melhor.
4. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
As vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
As vezes ele é carinhoso , mas não é fiel.
As vezes ele é atencioso , mas não é trabalhador.
As vezes ele é malhado, mas não é sensível.
Nós não conseguimos ter tudo ao mesmo tempo.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
5. Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai/mamãe mais básico que é uma delícia. E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante..., e se o beijo bate..., se joga. Senão bate..., mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
6. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos. Mas se a
pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, pressão de família?
O legal é alguém que está com você e por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
7. Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser ,um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar..., ou se apaixonar..., ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil?
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Freud Explica
Pois... cabritos. Empaquei. Tenho tanto para falar e ao mesmo tempo tão pouco... O fato é que Capricornianos sempre me instigam, se me interesso por um cara logo à primeira vista, pode ter certeza que ele é capricorniano. O jeito sério de quem trabalha para sustentar a família e de que vai te proteger contra tudo e todos é irresistível para mim. Mas não tive uma história sequer com nenhum capricorniano com final feliz. Ou eles cansam em dois dias do meu aguaceiro todo ou eu morro tossindo soterrada em tanta terra e saio correndo rapidinho antes que seque e me torne tão cética e cínica quanto a maioria deles. Na verdade acho que as duas coisas acabam acontecendo simultaneamente, nos atraímos como opostos de um imã, para logo nos repelirmos por descobrirmos polos, no fundo, parecidos.
Se câncer é a mãe do zodíaco, capricórnio é o pai. E talvez Freud explique esse meu bloqueio total em falar do assunto. Mas agora, nessa fase em que as duas donas do blog estão no meio de um turbilhão de terapia, mexer nessas coisas não vai dar bom resultado, então... posso pular essa parte? Lou, por favor, manda o aquário antes que a água parada dê mosquito!
